domingo, 20 de julho de 2014

Desabafo #2

Eu estou farta, estou apenas farta! Não aguento mais estar longe de ti, não aguento mais olhar para a sala e não te ver, não aguento mais ter de viver sem o teu abraço, não quero, simplesmente não quero, não quero ter de olhar para o teu lugar na mesa, e ele estar vazio... Não consigo mais olhar para a porta e ela não ter a tua chave, não aguento ter de adormecer sem o teu « boa noite»... Diz-me uma coisa, se fosse ao contrario, se fosses tu a estar aqui, como farias para viver ? Como conseguirias tu olhar para o meu quarto ? Como conseguias estar à mesa sem ter a minha presença lá ? Como aguentarias as noites sem um último beijinho ? Como aguentavas abrir a porta de casa e já não veres a tua menina a correr para os teus braços ? Como aguentavas os meus anos ? Como aguentavas os Natais ? Como ? Como aguentavas não chorar ? Eu sinceramente não aguento, não sei quanto mais tempo consigo olhar para o teu retrato e pensar que não lhe posso tocar, pensar que não te posso abraçar, ou ver sorrir, não aguento, porque não sei como, nem onde estás... Se consegues ler o que escrevo, se ouves o que digo, se vês as minhas lágrimas, ajuda-me, ensina-me a viver com a tua falta, ensina-me a aguentar o aperto no peito, ensina-me a lidar com a saudade, não te culpo a ti, culpo o destino, culpo a memória, culpo as fotografias em que sorrias a meu lado, por me fazerem relembrar que agora já não te tenho aqui...
Eu sinto-te, eu sei que estás ai, então... Porque não te mostras ? Porque não me abraças ? Porque não me acalmas ?
Volta, só te peço mais um minuto, um minuto para que eu me possa despedir, um minuto para que me possas ouvir, para que me possas dizer só mais um « amo-te », um minuto para ver um último sorriso...
Eu admito, ainda te procuro, eu ainda espero encontrar-te a assobiar na rua, eu procuro-te, procuro algo que sei que não posso encontrar...
Só espero um dia deixar-te orgulhoso, para que possas dizer a Deus « Está a ver aquela rapariga ? É a minha filha»
Amo-te

Auto-ajuda #1

Não penses, não fales, nem oiças, apenas sente.
Sente a pessoa maravilhosa que és, sente que apesar do teu exterior não ser o melhor, nem o mais perfeito, deves focar-te no teu interior, na forma como reages e como vives a vida!
Não te escondas, encara a vida com o maior dos sorrisos, sê tu mesmo, sem medos do que podem ou não dizer!
Tem orgulho na pessoa que és!

sábado, 19 de julho de 2014

Namorado #1

Sinto a vontade de te abraçar, a vontade de beijar cada pedaço dos teus lábios molhados pelo teu sabor, a vontade de ter o beijo quente e a inesperada mordida que faz subir o clima. Sinto a vontade de ter-te nos meus braços, e ter-me nos teus, e poder dizer "és meu" para simplesmente ouvir um " e tu minha".... Sinto saudade do desejo e da inocência de cada olhar... mas sabes ? O melhor de tudo, é que o que sinto é verdade, e eu sinto que és tu, és tu que vais estar a meu lado o resto dos dias, és tu que te vais levantar aos sábados de manhã para fazer o pequeno almoço, és tu que vais dar-me um "bom dia" com um sorriso, és tu que vais aturar os meus desejos durante a gravidez, e és tu que vais dar-me a mão para apertar quando estiver no momento daquele pequeno anjo nascer.
Jamais pensei um dia encontrar alguém como tu, alguém que sei que posso confiar, alguém que me quer proteger, alguém que ama de verdade e que luta por nós... 
Contigo, eu era capaz de ir até ao fim do mundo de patins, eu daria a volta ao mundo em 50 dias, eu pedalava uma bicicleta até à lua, só para ver o teu sorriso.... Por ti? Eu ficaria o resto da vida a contar as estrelas do céu, desde que pudesse fiar a conta-las deitada contigo....
Eu sei que não sou perfeita, sei que erro, sei que te chateio demasiadas vezes por dia, sei que azio sem qualquer razão aparente, sei que sou a pessoa mais ciumenta à face da terra, mas... Eu só faço isso porque me preocupo contigo, só faço isso porque gosto de ver o quanto te importas comigo e com o meu bem estar, só o faço porque te amo... E amo como jamais amarei alguém... 
Tornaste a minha vida numa alucinante montanha russa, num minuto azio e ando à pancada e noutro sorriu que nem envergonhada...

Daddy #1

Sabes aquele momento em que a tua única amiga é a música ?
Sabes quando, a tua única companhia é as almofadas onde deixas lagrimas e a tua cama onde te deitas ?
Aqueles momentos quando, só te apetece gritar, desaparecer, estar sozinha... mas ao mesmo tempo ao pé de todos... Aqueles momentos em que tudo o que te dizem é mau, e tudo o que ves te faz chorar... 
Nestas alturas, todos temos um refugio, por muito diferente que seja.... o meu é a música, a minha cama, e o peluche...
De antes, quando estava mal... tinha uma pessoa incrivel ao meu lado, para me abraçar, e para me estender a mão... Achava que essa pessoa era eterna, que era um verdadeiro amigo... Mas, nem tudo é eterno como eu pensava, e o ano passado, o meu mundo, começou a desabar aos poucos, mas não desisti, não ia cair sem antes lutar... perdi aquele pessoa que achava que era eterna, que achava que era um verdadeiro amigo, aquele que achava que era o meu rei... Mas, antes tinha perdido aquele que era mesmo o meu verdadeiro amigo, aquele que nunca devemos abandonar, aquele que fez de mim uma princesa graças a se ter juntado a uma rainha, e se ter tornado rei... Sim, perdi o meu pai! Acho que nunca lhe dei o devido valor, devia ter sido o orgulho dele, e não fui... À uns meses, chorava, mas chorava por tudo aquilo que me fazia relembrar do meu verdadeiro rei... Mas para quê chorar ? Devia estar feliz, afinal... ele aqui só iria sofrer... Agora sorriu, quando olho para fotos nossas, quando escuto a nossa música, ou quando vejo o nosso clube... Fico feliz, por ter podido partilhar esses momentos com ele... visto que existe gente que nem conhece o pai... isso mete-me ainda mais pena... Sim... já sei, que vão começar a dizer que a minha maneira de pensar não está correta... Mas isso é porque apenas eu e o senhor rei sabiamos a minha forma de pensar... lamento não me sei expressar a falar, ou a escrever... e porquê? Porque a minha linguagem e a do meu rei, não é essa... Mas sim aquela linguagem que nos apoia, que nos envolve numa onde de emoções... sim... a música... a melodia... a letra... Tinhamos uma ligação perfeita... com altos, e baixos mas continuava a ser perfeita... Pois é assim que devemos falar das relações com os nossos reis, rainhas, principes... Mesmo que o vosso rei, seja muito refilão, e que a vossa rainha seja muito teimosa, e mesmo que o vosso principe, mais velho ou mais novo, seja um pouco diferente, com gostos diferentes... Porque é isso que nos torna nas pessoas que somos hoje.. E por isso quero agradecer, depois de tanta coisa que já escrevi... à minha rainha e ao meu principe, que sempre me apoiaram depois de eu ter "perdido" o meu rei... Sim, coloquei "perdido" entre aspas... e porquê? Porque eu não perdi, apenas ele teve que seguir um rumo diferente, um rumo num mundo paralelo, mas nós não somos como as linhas paralelas, porque nós já nos encontramos no inicio e sei que nos vamos encontrar no fim.

Carta para o meu pai

Olá pai...
Quantas vezes eu não olhei para cima, e pensei " Será que ele me vê?", e quantas vezes não escutei a nossa música, enquanto estava deitada na cama, às escuras e pensei de novo " Ainda te lembras dela?", e não foram poucas as vezes, em que me levantei ás 9.00 da manhã, para ir andar de bicicleta como fazíamos, só para recordar o nosso passeio matinal 
Hoje aprendi uma lição muito importante, talvez imensas pessoas já me tivessem tentado abrir os olhos para esta realidade, mas apenas uma pessoa o consegui-o... Aprendi que não é por eu estar aqui deitada, às escuras, com medo do que possa estar naquele momento a envolver-me a alma, agora percebi que não vais voltar a comprar uma nova tiara, de cada vez que eu baixar a cabeça e ela cair no chão... Mas eu entendi também que... Tu és mais que um pai, és mais que um herói, não existe palavras para descrever o meu sentimento por ti tu és um Homem com "H" grande!
Agora, de repente... ao acaso... veio-me uma recordação... que por muito pequena que seja tem um enorme significado, e sei que tu sabes qual é...
Eu sinto que neste momento, estás aqui ao meu lado, sentado como é o teu hábito a pôr a tua mão ao de leve na minha perna, estás a olhar-me com aqueles olhos profundos, com um sorriso na cara, e agora estás a dizer " vai tudo correr bem"... Eu sei que quando eu for operada, tu vais estar lá, vais estar lá com os médicos e com as máquinas... Vais ao meu lado, só para garantires que eu fico bem... Sei que os teus olhos não se fecharam de vez enquanto não me dissesses mais um " Também te amo muito filha", e sei que a primeira coisa que fizeste quando chegas-te ao céu, foi perguntar por mim a Deus...
E graças à lição que aprendi hoje, estou de cabeça erguida, não só para que possas ver a minha cara de orgulho por ti, como também para a tiara não cair, e não se partir, visto que é a última que me resta

Pai

No dia em que os nossos olhares se voltarem a cruzar,
No dia em que os teus braços voltaram a envolver o meu corpo,
No dia em que o teu sorriso voltar a fazer o meu aparecer,
Nesse dia o sol vai brilhar mais do que nos dias comuns de verão, e nesse dia.... 
Será um lindo dia 

Mano Carlos

Acompanhas-me nos bons e nos maus caminhos, estás sempre lá para me dares a mão quando preciso de me levantar, gostas do perigo, mas receias o obscuro, anseias o futuro, mas relembras imenso o passado, por vezes tens olhos cor de vidro, que encantam qualquer mulher, teus olhos azuis cor do céu, límpidos, como um oceano calmo sem ondas, apesar dos teus sentimentos e pensamentos revoltados contra a maré do teu olhar. 

Noite

Uma noite negra e sombria, onde a tristeza é rainha, onde apenas eu, sou a escrava de tanto sofrimento.
E, quando o sol nasce mais uma vez, a calma vem com ele, apesar de deixar ficar as lágrimas derramadas durante a noite tenebrosa.
O mundo é feito de opostos, é feito de desilusões, de sofrimento causado pelo engano de um olhar; a chantagem feita para voltar a receber  um beijo perdido no silêncio de um «adeus» mal dito; o medo do perfeito e o receio do imperfeito; a destruição de palavras pelo gesto melódico de canções suaves.
O céu, claro e brilhante, de um novo dia, trás inocência e nova vontade para acreditar de volta, mas é apenas ilusão do sol e da lua, a noite volta, e com ela o sofrimento, a saudade, e o sentimento de culpa, encaram cada ser.

#Desabafo

Acho que toda a minha vida tentei ser a menina perfeita, que não erra, a menina que sempre gostou de ajudar as pessoas, que tentava dar o seu melhor na escola, a menina que tinha montes de amigos e que era adorada por todas as pessoas. Iludi-me com isso, realmente era raro eu errar e era raro a pessoa que não gostava de mim, mas à medida que comecei a crescer, descobri pessoas que não gostavam de mim, conheci pessoas que gozavam comigo, conheci a dor pela primeira vez, no entanto continuava a achar que grande maioria continuaria a adorar-me, porque eu continuava a ser eu, continuei a tentar fazer tudo certinho e bem feito, continuei a tentar ser boa aluna, continuei a crescer... O meu pai adoeceu, quando ele foi parar ao hóspital, a frase que eu mais repetia era “ Se o meu pai morrer eu vou mudar completamente, vão deixar de conhecer a Carolina”, e realmente foi o que aconteceu...Nunca pensei que eu fosse mesmo capaz de mudar, mas a dor de perder um pai, é tão grande, e a saudade de o abraçar, a saudade de o ver a entrar em casa, a saudade de passear com ele, jogar futebol, a saudade de ouvir um “ és o meu orgulho”, é tudo tão doloroso, que mesmo sem eu querer, acabei por mudar, não que eu tenha mudado tudo, mas... Tornei-me uma pessoa super sensível e que basta um sopro para quebrar o meu coração, e por isso senti necessidade de criar uma armadura, uma mascara, algo que esconde o meu interior frágil, e é por isso que sou bruta, por vezes diria cruel, e agressiva, não que seja para magoar os outros, nem para os fazer sofrer, mas para me defender a mim, e para que não vejam a minha parte fraca... Sempre fui de dar o braço a torcer, sempre que alguém se chateava eu mendigava horas e horas, que essa pessoa me perdoasse, mesmo que a culpa nem fosse minha... Mais uma coisa em que mudei, agora tenho o maior orgulho do mundo, não gosto de dar o braço a torcer, e tão pouco gosto de dizer que as pessoas me fazem realmente falta... Não é que goste da pessoa que sou, apenas não consigo fazer melhor, cheguei a conclusão que a menina perfeita que eu tentava ser, nunca irá existir. Normalmente sou uma pessoa que fica calada, que tem medo de dar a sua opinião, pois pode estar errada, o pior é que sou completamente diferente com quem não devo, eu e a minha mãe por exemplo, temos as discussões mais ridículas alguma vez vistas, ambas orgulhosas, ambas teimosas, ambas estúpidas, ao ponto de ter uma discussão por causa de uma almofada. A minha mãe, chega a dizer coisas que me magoam demasiado, diz coisas que acho que nenhuma rapariga ou rapaz, merecem ouvir, ela teve a indecência de me dizer à cara estendida que eu sou a grande desilusão do meu pai e dela...A verdade é que pensei que quanto mais passasse o tempo mais seria fácil, ter a ausência do meu pai, a realidade ? É completamente o oposto, e sinto-me tão débil, que tenho medo de enfrentar algo, porque sei que vou perder... Todas as noites, estou no meu quarto, ligo o telemóvel ao carregador, meto os fons, e que comece a deprimência, choro, choro e volto a chorar, não que eu queira, mas é uma forma que tenho para durante o dia conseguir estar minimamente bem, mas nem sempre o consigo... Existe vezes em que os meus amigos estão comigo, e eu fico triste de repente, fico aziada, deprimida, chateada com a vida, e nunca consegui explicar o porquê, não só porque acho que ninguém o iria querer ouvir, mas também porque é confuso... Sendo sincera, não gosto de mim, porque não consigo agradar a toda gente, não consigo ser o orgulho da minha mãe, não consigo ajudar todos os meus amigos, não consigo fazê-los sorrir... Muita gente provavelmente acharia que eu não gosto de mim pelo meu exterior, mas a realidade é que não gosto de mim porque desde pequena que senti a necessidade de me ir tornar na menina perfeita... E isso não é possível! Odeio que as pessoas digam que não confiam em mim, odeio que me mintam, prefiro que me digam a verdade e que eu fique chateada ou a chorar, do que que me escondam uma coisa! Acho que o pior de tudo em mim, é que eu não consigo mentir com o olhar, e nem consigo mentir quando uma pessoa me olha nos olhos, e se eu conseguir, fico com um enorme peso na consciência... Eu sou uma pessoa tão estranha, e eu mudei tanto, mas tanto que me custa a acreditar que esta ainda é a Carolina Fontes... Custa-me a olhar-me ao espelho e pensar que aquela menina dócil, sincera, que adorava ajudar as pessoas ao seu redor, aquela menina que não sentia ódio dentro dela, se veio a tornar numa pessoa chateada com a vida, uma pessoa que sente ódio, sente dor, agonia, medo... E a cima de tudo, uma pessoa que sente raiva de si mesma... Em parte gostava de mudar, para deixar de magoar as pessoas que amo, para deixar de desiludir as pessoas, para deixar de ser bruta... Mas por outro lado não quero voltar a ser espezinhada, não quero voltar a ser a menina indefesa sem protecção... Não que agora eu seja super forte, mas aprendi a defender-me de certas coisas... Se calhar estas discussões com a minha mãe, a morte do meu pai, o afastamento de certos amigos... esteja tudo a acontecer para que eu desenvolva a minha personalidade, para que eu aprenda que na vida nada é perfeito, e que até a mais pequena das rosas consegue ter o mais doloroso dos espinhos...

sexta-feira, 18 de julho de 2014

two years without you

Pai, mais um ano passou...
Eu entendo que seja tão difícil para ti, como é para mim... Mas, eu sinto saudades tuas, sinto saudades que me leves aos jogos de futebol em Lisboa, tenho saudades de me sentar ao teu colo, tenho saudades de receber aquele abraço bem forte no meu dia de anos, tenho saudades das nossas brincadeiras ao final da tarde, tenho saudades da tua teimosia e do teu medo de eu crescer... Eu era a tua menina, era a chamada “menina do papá”, mas era chamada por gosto... Defendias-me de tudo e de todos, davas a vida para que não me faltasse nada, eras o meu exemplo, o meu heroi, o meu rei...
Não sei, parece que ainda ontem estavas a segurar com firmeza no comando da televisão, sentado no sofá, e com o teu braço a envolver-me num abraço sincero e puro, parece que foi ontem que gritamos “ Goloooo”, pela última vez durante um jogo, parece que foi ontem que me levaste ao jardim zoologico, parece que ainda ontem disseste pela primeira vez e última, as palavras que mais necessitei de ouvir toda a minha vida “ também te amo muito filha”, parece que o funeral nem à 1 dia foi, mas a saudade que tenho parece que já existe à 50 anos...
2 anos sem a tua presença, 2 anos sem a marca paternal que uma alma precisa, já vão 2 anos sem o teu amor, 2 anos sem o teu abraço, 2 anos sem o teu carinho, 2 anos sem o teu olhar, 2 anos sem o teu sorriso, 2 anos a sonhar com tudo de volta, 2 anos a viver dores e saudades, 2 anos sem te ter a meu lado...
2 anos, e não é por mais 80 anos que separaram os nossos corações...

Pai <3

Baket...

A saudade de correr com a bola em drible, a saudade de poder lançar e sentir a liberdade para ganhar mais um jogo da vida. A vontade de conseguir superar o que já havia feito ontem, a vontade de demonstrar que era digna da camisola que usava, a vontade de deixar sair as lágrimas após uma derrota, mas a cima de tudo a vontade de levantar de novo e recomeçar o jogo. Tenho saudades, saudades de pôr toda a minha tristeza junta num só cesto, colocar toda a minha raiva e angustia num só drible e poder voar até alcançar o objectivo...
Eu não era como sou, não explodia, não chorava, não fracassava tanto, porque após cada caída, eu marcava a falta e seguia jogo... Agora não tenho arbitro que controle os meus erros, não tenho treinador que me ensine a ganhar, mas continuo a ter companheiros de equipa que me apoiam e me passam a bola para vencer.
Um dia voltarei, não me irei esquecer da influencia que tiveste na minha vida, um dia jogadora, para sempre jogadora

Eu ainda....

Eu ainda sinto o teu toque,
Ainda sinto a tua mão no meu ombro.
Eu ainda sinto o teu cheiro,
Ele ainda invade o meu quarto pela manhã.
Eu ainda sinto o teu beijo na testa,
Ainda me reconforta quando choro.
Eu ainda sinto o teu abraço,
Reencontro-o quando sonho.
Eu ainda me lembro do teu sorriso,
É ele que me faz pensar antes de desistir.
Eu ainda me lembro da tua voz,
É ela que me ergue a cabeça.
Eu ainda me lembro de ti,

E nunca me irei esquecer.